segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Gyn Weekend...

Hello there!

Bom, nada de post filosófico ou pré-editado, vou falar do meu final de semana em Goiânia.

Cara, como é bom ter amigos! Como é bom comprovar que não existem barreiras para a verdadeira amizade!

Vale a pena perder a amizade para não perder a piada...?


-Eu tô bêbo, e ocê?

Vamo começar da parte engraçada... Dois PT's em 2 dias Lu? Pow! HAHAHAHAHA! Com direito a dançar Eguinha Mijoleta pulando igual coêio!

Pra variar, bebemos em média 4 litros de álcool por hora, durante TODA sexta/sábado, se torcêssemos o Bruno, dava pra encher o tanque de um carro pra gente voltar.

Tequileiros(as), sexy dance, chão-chão, vodka na puta que pariu (aliás, tudo lá é na puta que pariu!), viadinhos e viadinhas, etc... -Luuuu, eu tô bêbo, e ocê, caraaaaai!?


Porra véi, num dá pra escrever muitos detalhes, mas puta merda, foi bom pacaraaaaai!!

Lu bundipiru, irmãozão e amigo gay.
Marcelão filósofo-humorista, catchim!
Danilão, a voz da sinceridade.
Maico, open arms. Pena que não deu pra ter muito contato dessa vez, mas haverão outras oportunidades.

Faltaram alguns lá, mas como eu já disse, haverão outras oportunidades.

Galera, valeuzão mesmo! Grande abraço!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Desprender-se...

A algum tempo sem postar pensamentos ou afins, sinto que é hora de "escrever". Uma pessoa (não muito legal, diga-se de passagem) postou uma frase que me fez concordar plenamente pela primeira vez com a mesma.

A frase é a seguinte: "Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender."

Tanto a frase quanto o texto em sua completude, tratam-se de coisas que eu considero serem verdade.

Segue o texto completo:

Despedida (por Martha Medeiros)

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida… Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’ propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente… E só então a gente poderá amar, de novo.


Um abraço especial pra Milena, que eu sei que visita isso aqui de vez em quando e pra Thaiza (que veio do interior), que me fez conhecer esse belo texto.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

20 coisas...

Recebi isto do meu amigo Napinha, via email, e achei absolutamente válido, segue:

1. No máximo a cada duas horas de trabalho, faça pausas de dez minutos. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.

2. Aprenda a dizer "não" sem sentir culpa ou achar que magoou alguém. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

3. Planeje seu dia, mas deixe sempre um bom espaço para improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

4. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

5. Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.

6. Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.

7. Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

8. Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.

9. Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.

10. Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.

11. Família não é você: ela está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.

12. Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento e da busca.

13. É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e com quem falar abertamente, próxima de você ou, no máximo, num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.

14. Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

15. Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

16. Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo... para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

17. A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.

18. Uma hora de intenso prazer substitui, com folga, três horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

19. Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé.

20. Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é aquilo que fizer de você mesmo.

Um Salve pra Patty e pra Ju, que apesar de sumidas, fazem parte de boas lembranças da minha vida.

Grande abraço e que seu dia seja especial!

sábado, 9 de janeiro de 2010

Um breve resumo...

Olá, nobody ou someone.

Bom, resolvi fazer aqui um breve resumo de algumas coisas relacionadas a minha vida.

Meu nome é Diêgo, tenho atualmente 23 anos e moro em Contagem/MG. Sou Analista/Desenvolvedor de Sistemas e Consultor SAP e adoro tudo relacionado à Tecnologia da Informação, adoro não, amo!

Tenho uma família que não há palavras para descrever e meus amigos são os melhores. Gosto de todo mundo que se aproxima de mim e não tenho nada contra ninguém, não que eu me lembre. Ah! Tenho uma PÉSSIMA memória.

Não saberia descrever minhas qualidades e defeitos, acho que não da melhor maneira, mas vou resumir o que acho: Sou sincero, desmemoriado e tento agradar a todos o tempo todo (juro, não dá!). Não gosto de perder em nada, quem gosta? Outra coisa, nunca estou satisfeito e nem sempre me contento com pouco.

Passei por momentos muito difíceis na minha vida, assim como TODO MUNDO passa. Superei todos, ou quase todos, mas sem perder a autoconfiança e o sorriso no rosto. Graças a Deus, à minha família, meus amigos e claro, alguma jogada de sorte, conquistei coisas muito boas na minha vida e tento compartilhar com todos.

Adoro desafios, amo muito esse jogo que a gente chama de vida. Ela é uma mistura de Xadrez com quebra-cabeças, ou nada disso.

Ouço todo tipo de música em que há respeito ou beleza em suas letras, quanto ao resto eu não me fecho, apenas não absorvo, mas posso me divertir com elas.

Tenho sonhos, muitos! Aos poucos vou realizando, um passo de cada vez (não é minha virtude, mas aprendi que tem que ser assim) e ainda vou a Marte.

Bom, não dá pra escrever tudo, ou sobre tudo, mas basicamente é isso aí.

Um salve pra Leliiis, que eu gosto taaaanto!
Um salve pra Lorena mais Mala de todas! (Ooooooi!)
Um salve pro meu irmãozão Snelfo, que eu vou ver em breve, se Deus quiser.


Abraços!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Primeiro post...

Criei um blog pra conversar comigo mesmo.

O primeiro post não tem nada de interessante. Provavelmente nenhum post tenha algo de interessante.

Mas que vai ser legal, muito legal, rir disso no futuro, ah, vai!

Um salve pra Mamãe querida do coração da Xurupita!
Um salve pra Tini Cruela da Xurupita!
Um salve pros Riders e pros Spirits of Goetia (whatever! xD) da Xurupita!